terça-feira, 13 de agosto de 2013

7 dicas para novos talentos de TI se darem bem no mercado de trabalho


Começou a temporada das companhias em busca de sangue novo para Programas de 2014.

Ensinamos aos futuros profissionais como superar etapas desse processo seletivo. 

Conquistar uma vaga em TI é um sonho para muitos dos candidatos que participam das etapas de um processo seletivo desse gênero. Para que essa fase da vida profissional não se torne um pesadelo, a especialista Manoela Costa, gerente da Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel dedicada ao recrutamento de estagiários e emprego, preparou sete dicas que podem ser fundamentais para um candidato conquistar a vaga no processo seletivo.



1 - Bom currículo 

O seu currículo é seu cartão de visita. Para não errar, faça um currículo claro, objetivo, sem ser muito extenso e use sempre uma formatação básica. 

Na sua apresentação é importante conter nome, idade, cidade e estado, dados de contato atualizadas (telefone e e-mail), formação acadêmica, experiência profissional (neste tópico é importante descrever suas principais responsabilidades e atividades desenvolvidas em cada experiência), idiomas, cursos, intercâmbio e trabalho voluntário. 

2- Saiba onde está "pisando" 

Nunca vá a uma etapa presencial de um processo seletivo sem antes estar bem informado e pesquisar tudo o que puder a respeito da empresa: missão, visão, valores, ramo de atuação, concorrentes, produtos, posicionamento no mercado, etc. 

3- Boa aparência 

Para não errar, dê preferência a roupas sociais e de cores neutras. Para as Programadoras evite roupas muito coloridas, justas ou curtas, bem como maquiagem e acessórios que chamem muita atenção: o segredo é ser discreto. 

Vale também entender qual o “estilo” da empresa. Se estivermos falando de uma empresa mais formal, como um banco, aposte no tradicional terno e gravata. No caso de uma empresa "Menor", calça jeans e camisa seria o mais adequado. 

4 - Primeira impressão 

Sua postura e comportamento são fundamentais para uma boa avaliação em qualquer que seja a etapa do processo seletivo. 

Você nunca sabe com quem vai cruzar no elevador ou na recepção, então seja educado e cordial com todos. 

Tenha sempre uma postura profissional e que transmita maturidade. Cuidado com a linguagem corporal: estar jogado na cadeira ou nitidamente entediado com o processo faz com que você perca pontos na avaliação. 

Outro ponto de atenção são os vícios de linguagem e o uso de gírias. Comprometimento, hands on, iniciativa, empreendedorismo, foco no resultado, relacionamento interpessoal, liderança, pró-atividade, energia e maturidade, são alguns dos comportamentos avaliados nos programas de trainee. 

5 - Segredos para se dar bem na dinâmica de grupo 

Não existe fórmula mágica, o segredo é ser você mesmo. Além disso, é importante mostrar-se motivado, ser participativo, trazer suas ideias e opiniões, ser flexível, saber trabalhar em equipe, ser político e educado. 

No momento da apresentação pessoal, organize seu discurso em ordem cronológica, mantenha uma postura e tom de voz adequados para a ocasião e sempre olhe para as pessoas enquanto estiver falando. 

6 - Mais próximo da linha de chegada 

A entrevista final é a última, mas não menos importante. É o seu momento de ficar frente a frente com seu futuro gestor. As dicas de como se vestir e se comportar na dinâmica de grupo servem também para a etapa de entrevista final ou qualquer outra etapa do processo seletivo. 

Nessa etapa vale também estar munido do maior número de informações possíveis sobre a empresa e principalmente sobre a área em questão. Seus objetivos precisam estar alinhados com o que a empresa está oferecendo. O maior segredo nessa fase do processo seletivo é estar bem preparado e não deixar o nervosismo atrapalhar. 

7- Como convencer os entrevistadores 

Parece clichê, mas não é: seja você mesmo. Transmita segurança e propriedade naquilo que diz, mostre que sabe o que quer e como pode contribuir positivamente com a empresa. 

Estruture bem suas respostas e traga exemplos práticos de projetos desenvolvidos e resultados obtidos, caso você os tenha. 

Se não tiver experiências anteriores, fale sobres situações da sua vida acadêmica e outros projetos que possam valer a pena, para valorizar suas qualidades. 

Mostrar que tem conhecimento de mercado, boa capacidade analítica e visão estratégica, também é sempre bem-vindo. Se informe, leia notícias e atualidades da economia e dos setores da indústria que você se interessa mais. 


FONTE: http://adsdepressao.blogspot.com.br/2013/08/7-dicas-para-novos-talentos-de-ti-se.html

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Desenvolvimento Orientado a Objetos

Introdução

Este pequeno artigo traz alguns conceitos sobre orientação objeto descrevendo de maneira simples as principais características da OOP.Análise Orientada a Objetos

Com a constante evolução das empresas, as regras de negocio se tornaram variáveis, a produção de software para se conservar o padrão de qualidade exige a adoção de métodos de desenvolvimento que atendam essa dinâmica do mercado. A orientação a objeto é um dos métodos mais utilizado, oferece recurso para desenvolver software com qualidade e com a utilização de seus conceitos pode-se interagir com o mundo real e transformar suas características para o mundo computacional.

Sommerville (2007, p. 208) afirma que “análise orientada a objetos concentra-se no desenvolvimento de um modelo orientado a objetos do domínio da aplicação. Os objetos nesse modelo refletem as entidades e as operações associadas ao problema a ser resolvido”.

Este modelo descreverá como o software funciona para satisfazer uma série de requisitos definido pelo cliente. (PRESSMAN, 2002, p.560)

Abstração

A abstração consiste na separação dos objetos de uma totalidade, a segmentação proporciona uma melhor utilização dos recursos da orientação a objetos. Correia (2006, p. 11) afirma que “pelo princípio da abstração, nós isolamos os objetos que queremos representar do ambiente complexo em que se situam, e nesses objetos representamos someta as características que são relevantes para o problema em questão”.

Encapsulamento

O encapsulamento é um dos pilares da orientação a objetos sua característica é ocultar partes da implementação desta forma construir softwares que atinjam suas funcionalidades e escondam os detalhes de implementação do mundo exterior. Os objetos encapsulados funcionam como uma caixa preta, sabe-se da sua interface externa, mas não precisa se preocupar com o que acontece dentro dela. (SINTES, 2002, p. 22 – 23)

Correia (2006, p. 13) afirma que “as pessoas que usam os objetos não precisam se preocupar em saber como eles são constituídos internamente acelerando o tempo de desenvolvimento”.

Grande parte das linguagens de programação orientadas a objeto suportam três níveis de acessos.

Público – todos os objetos tem acesso;
Protegido – o acesso é apenas para instância, no caso para o objeto e todas as subclasses;
Privado – o acesso é apenas para o objeto da instância.

A escolha do acesso para o projeto é de grande importância, todo comportamento que queira torna visível para que o mundo exterior utilizasse o tipo de acesso público e o comportamento que deseja ocultar o acesso deve ser definido como protegido ou privado. (SINTES, 2002, p. 25)

Classe

A classe representa um conjunto de objetos, estes apesar de possuírem atributos iguais têm valores diferentes em seus atributos. Segundo Correia (2006, p. 17), “classe é um modelo e todos os seus objetos têm os mesmos atributos (embora esses atributos possam ter valores diferentes) e os mesmos métodos”.

Objetos

Para Ambler (1998, p. 5) “Um objeto é qualquer indivíduo, lugar, evento, coisa, tela, relatório ou conceito que seja aplicável ao sistema”. Todo objeto pertence a uma determinada classe e possui atributos próprios. Os atributos são mutáveis e podem receber diferentes valores de acordo com as características do objeto.

A criação de um objeto consiste em sua instanciação, segundo Pfleeger (2004, p. 213), “cada instância tem seus próprios valores de atributos, mas compartilha o nome e os comportamentos dos atributos com a outras instancias da classe”.

Herança

A herança é uma das principais características das linguagens de programação orientadas a objetos, permite o reaproveitamento de métodos e atributos diminuindo o tempo de desenvolvimento, ainda reduz as linhas de código desta forma facilita as manutenções futuras. (GUEDES, 2008, p. 43).

A utilização da herança é mais que uma simples economia de código, significa mais integridade. Quando um comportamento é alterado, todas as classes que descende dela terá acesso aos métodos atualizados sem necessidade de reprogramação.

Existem dois tipos de herança, a simples que herda apenas as características de uma superclasse, e a composta, que herda as características de duas ou mais superclasses. (CORREIA, 2006, p. 35 – 36). A Fig. 1 traz um exemplo de herança.


Fig. 1: Exemplo de Herança

Polimorfismo

O polimorfismo está diretamente ligado à hereditariedade das classes, este trabalha com a redeclararão de métodos herdados, ou seja, os métodos têm a mesma assinatura (têm o mesmo nome), mas a forma de implementação utilizada diferem o da superclasse, segundo Sintes (2002, p. 122), “de sua própria maneira, o polimorfismo é o distúrbio das múltiplas personalidades do mundo do software, pois um único nome pode expressar muitos comportamentos diferentes”.


Fig. 2: Exemplo de Polimorfismo

A Fig. 2 traz um método escrito em C Sharp herdado de uma superclasse e demonstra o funcionamento de polimorfismo, têm-se uma superclasse “Pessoa” e a subclasse “Profissional”, o método herdado “Listar” da subclasse “Profissional” têm o mesmo nome, mas a implementação do método é diferente da superclasse “Pessoa”.

Conclusão

A orientação a objetos vem sendo utilizado amplamente para o desenvolvimento de software, por ser um paradigma que traz uma facilidade maior ao desenvolvedor na hora de dar manutenção nos softwares desenvolvidos, o que está nesse artigo é o básico existem diversos conceitos que cercam o desenvolvimento orientado a objetos isto com o tempo será passado para todos da comunidade.
Para saber mais:

AMBLER, Scott W. Análise de projeto orientado a objeto. 2. ed. Rio de Janeiro: Infobook, 1998.

CORRÊA, Fernando Antônio; VEIRA, Guilherme Alves. Construa uma aplicação 100% OO – Parte 1. Ano 05 – 61 ed. Grajaú-RJ: .Net Magazine, 2009.

CORREIA, Carlos; TAFNER, Malcon. Análise orientada a objetos. 2. ed. Florianópolis: Visual Books, 2006.